quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A Grávida e o Tabaco...



Todos os adultos estão a par dos malefícios do tabaco. Mas as crianças são quem mais sofre com o nocivo fumo, e os riscos aumentam quando se trata de uma grávida que fuma durante a gravidez. Problemas respiratórios, tensão arterial elevada, problemas cardíacos, cancro do pulmão ou da mama, problemas ginecológicos nas mulheres e diminuição do esperma nos homens, estes são apenas alguns dos horrores causados pelo tabaco. Na mulher grávida, estes são a dobrar, porque o fumo age ao mesmo tempo sobre a mãe e sobre a criança. Pode mesmo afirmar-se que quando a mãe fuma, o bebé também o faz, porque vai absorver as substâncias tóxicas do cigarro através da placenta. Durante a amamentação, as substâncias tóxicas do cigarro são transmitidas para o bebé também através do leite materno.

Durante a gravidez a mulher que fuma cansa o coração do feto. De cada vez que fuma um cigarro, o coração da criança aumenta de ritmo de 5 para 40 batimentos cardíacos por minuto, apenas voltando ao normal 20 minutos depois.
 
O fumo do tabaco diminui o apetite do feto e não permite um saudável aproveitamento dos alimentos, provocando subnutrição no feto. Além disso, surgem problemas de calcificação da placenta que impedem as trocas normais entre a mãe e o bebé. A nicotina reduz o fluxo de sangue na placenta, comprimindo as artérias e vasos sanguíneos e diminuindo a quantidade de oxigénio e nutrientes que passam para o feto.

A criança nasce abaixo do tamanho normal: em média, 3,050 kg para os filhos de fumadoras, contra 3,250 kg para os de não-fumadoras, o que causa uma diminuição da resistência da criança.

Nas mulheres fumadoras o índice de esterilidade alcança os 41% e os abortos espontâneos atingem entre 10% e 35%, conforme a quantidade diária de fumo. O tabaco é também um sério factor causador de hipoglicemia, provocando dores de cabeça e ansiedade. As fumadoras têm uma taxa de colesterol mais elevada que as não-fumadoras, o que é um factor importante de arterosclerose, condição incompatível com o esforço necessário para o parto.

A somar a tudo isto, o fumo decompõe a vitamina C, essencial ao organismo humano. Quando a vitamina C não está presente para eliminar o ácido láctico, há um aumento considerável da fadiga muscular. Mesmo a ingestão de quantidades elevadas de vitamina C (1 grama por dia) não chega a compensar as perdas decorrentes do uso do tabaco.

O uso do cigarro pode também reduzir a quantidade de leite segregada pela mãe durante a amamentação e a nicotina é transmitida ao bebé pelo leite materno.

São mal conhecidos os problemas hereditários que o tabaco pode causar. Muitas vezes, as consequências demoram anos para surgir. Muitas raparigas que começam a fumar aos 13 anos podem vir a apresentar problemas graves 15 anos mais tarde, quando se tornarem mães.

A mulher grávida nunca deveria fumar porque o tabaco, tal como o álcool, é uma das principais causas de aborto, de prematuridade e de fraqueza da criança ao nascer.

Muitas mulheres percebem que a gravidez é a motivação que faltava para parar de fumar. No entanto, não é recomendável parar de fumar bruscamente durante a gravidez, porque quando isso acontece, ocorre um processo de ‘limpeza’ pelo organismo. A nicotina acumulada durante anos nos pulmões é libertada na corrente sanguínea antes de ser eliminada, o que prejudica bastante o feto. O melhor será deixar de fumar seis meses antes de conceber um filho ou idealmente um ano antes.
 
O tabaco perturba todas as funções do organismo e quando uma mulher grávida está a fumar significa que está a diminuir as possibilidades de vida da criança desde a sua concepção, privando-a do principal elemento de que necessita para se desenvolver: o oxigénio. Esta tendência da mãe fumadora significa também que a criança terá mais predisposição para se tornar fumadora.

Mesmo que não fume, uma gestante que esteja exposta ao fumo de outros fumadores acaba por apresentar os mesmos níveis de nicotina no sangue que os restantes. No Japão existe uma lei que proíbe qualquer pessoa de fumar no local onde que esteja uma mulher grávida.
fonte: abc.do.bebé

Ele e a gravidez...

O papel do companheiro durante a gravidez deve ser de dar à mulher o apoio que ela necessita para viver em plenitude esse momento.
A gravidez foi, durante séculos, encarada apenas como uma coisa de mulheres, em que os homens apenas participavam no momento da concepção. Durante o parto, o pai nem podia, ou não queria, estar na casa, e só recentemente os pais foram admitidos nas salas de parto.

O papel do companheiro durante a gravidez deve ser de dar à mulher o apoio que ela necessita para viver em plenitude esse momento. Na cultura ocidental, apenas no início deste século foi dado uma maior importância ao papel do pai em todo o processo, o que está paralelamente ligado a uma luta por parte da mulher em se envolver nos campos tradicionalmente masculinos, o que a levaram a exigir a participação activa do homem neste tipo de situações.

Na Constituição Portuguesa, foi apenas no passado ano que o homem obteve o direito ao apoio na paternidade, o que lhe permite realizar testes gratuitos durante o decurso da gravidez da companheira, se o médico os considerar indispensáveis.

A Constituição defende também a igualdade de direitos e deveres quanto à manutenção e educação dos filhos, e o pai tem direito a uma licença de paternidade de cinco dias úteis, seguidos ou interpolados no primeiro mês a seguir ao nascimento do filho ou à adopção, para além de a poder requisitar em caso de incapacidade física da mãe, morte desta ou por mútuo acordo entre ambos.

Qualquer um dos pais pode ainda pedir uma licença especial para prestar assistência aos filhos, durante os primeiros três anos de vida, ou o tempo em que uma criança esteja hospitalizada, desde que menor de dez anos.

Estas e outras informações podem ser encontradas na edição n.º 18 da Colecção Informar as Mulheres, publicada pela Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres, sob o título "Guia dos Direitos da Maternidade e Paternidade".

A gravidez é um tempo de mudanças que podem vir a gerar ansiedade entre o casal e por isso devem ser discutidas e encaradas como algo de natural. As mudanças fisiológicas podem ser algo traumatizantes para a mulher, que sente o seu corpo ficar enorme, pouco atractivo, o que se pode repercutir nas relações sexuais.

E há ainda a questão dos desejos, para os quais ele tem de esta preparado a responder, mas também a encarar estes como uma forma da mulher chamar a si as atenções dos que a rodeiam.

O companheiro é essencial para que a mulher possa discutir os seus receios e assim diminuir a intensidade da perturbação que sente. Ao passo que uns homens encaram estes desabafos como meras queixas da mulher, outros assumem uma atitude paternalista, como se ela estivesse doente, o que se pode vir a tornar asfixiante.

Estes meses são também desgastantes do ponto de vista psicológico, com as mudanças corporais a que se somam os medos que todos os pais têm de possíveis problemas com o feto ou com o parto. A ele cabe acalma-la, às vezes bastando a sua presença, para viverem esta experiência única ao máximo.
fonte: abc.do.bebé

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Amigas Inseparavéis...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mãe vs Carreira...

Uma nova tendência surgiu – a decisão de adiar a maternidade percorre as mulheres na idade dos 30, que assistiram às dificuldades das próprias mães em conciliarem o trabalho com a maternidade. A sociedade, infelizmente, não apoia tanto como podia as mulheres nesse sentido, e os reduzidos quatro meses de licença de maternidade são disso exemplo. Como decidir entre ser mãe e tudo o que isso implica e uma carreira de sucesso, da qual a mulher retira prazer e orgulho em ter atingido esse patamar, tantas vezes negado ou dificultado às mulheres?
Como em todas as decisões na vida, também esta deve ser sua! Não se deixe pressionar por elementos exteriores, nem para ser mãe, nem para não o ser. É das decisões mais importantes que vai tomar, porque a sua escolha vai acompanhá-la para toda a vida. Para começar, saiba que qualquer uma das suas decisões é acertada. Não vale a pena falarmos em egoísmos por uma mulher decidir pela carreira ao invés de ser mãe. É uma escolha como outra qualquer. Nem tão pouco dizer que uma mulher que abdique de uma profissão que goste, devido ao facto de querer viver a maternidade plenamente, está a deitar fora todo o esforço que lhe permitiu atingir esse lugar por algo menos ambicioso como ser mãe. As duas escolhas são cheias de possibilidades de sucesso, alegrias, tentativas e fracassos. Ambas podem proporcionar-lhe prazer, compensações e um elevado sentimento de realização pessoal.

O que dizem os outros…
Não se trata aqui de decidir o que é mais valorizado pela sociedade, pela família ou amigos. O mais certo é receber sempre conselhos e opiniões contrárias aos seus próprios sentimentos. O que é importante desvendar é o que a vai fazer mais feliz. É óbvio que as mães continuam a trabalhar. Também é natural que muitas delas preferissem não ter uma profissão para poderem dedicar mais tempo aos seus filhos. Não estamos a falar de uma sociedade perfeita, mas sim de uma bastante falível, que exige continuamente esforços redobrados de mulheres que acabam por se encontrar num dilema – serem ou não mães. O problema de decidir avançar com a maternidade relaciona-se em elevado grau com o tipo de profissão da mulher. Se for uma carreira que exija muito tempo da mulher, especialmente tempo flexível, com trabalhos que se prolonguem por altas horas da noite, ou com viagens frequentes para fora; tal pode revelar-se um verdadeiro quebra-cabeças na hora dos prós e contras. Como conciliar os dois mundos? O bebé não vai perceber as exigências que outros colocam à sua mãe; e muito menos lhe vai dar palmadinhas nas costas e dizer – vai, que eu espero!
Por muito que queira ser super-mulher, quanto mais depressa perceber que não pode fazer tudo, melhor. Opções vão ter que ser tomadas. Escolhas vão ter que ser feitas. E prioridades avaliadas. Ao tirar os poucos quatro meses de maternidade, prepare-se para duas situações muito importantes: a primeira é a de lhe custar imenso deixar o seu bebé e voltar para o trabalho. São inúmeras as mães que sofrem na hora H; que choram no trabalho; que perdem a concentração necessária ao mesmo e que, por vezes, desistem e voltam para casa, para junto do bebé, se financeiramente a hipótese for suportável. A segunda situação é a de ter perdido o ritmo que tinha, de ser ultrapassada por outro colega menos cansado e com menos preocupações em mente. Na sociedade actual, o tempo é tudo e quatro meses fora fazem toda a diferença no mercado de trabalho. Em alguns casos é possível conciliar tudo isto; noutros não. Uma coisa é certa. Ter um filho é uma decisão muito importante na sua vida. Não a tome de ânimo leve!
Texto: Cláudia Pinto
fonte: família.sapo.pt

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Soninho duplo...

Contas à vida!..

Como gerir o orçamento familiar para preparar o nascimento do bebé

Portugal está a passar por um dos momentos mais críticos de crise de sempre e todos os dias surgem notícias que alertam para a subida do desemprego ou a falência de empresas reconhecidas. A situação é preocupante e não deixa ninguém indiferente. Antes de um casal decidir ter um filho, tem de fazer algumas contas mensais, definir um orçamento específico e ter a verdadeira noção se pode enfrentar o acumular de despesas a que corresponde ao nascimento de um bebé, sobretudo em época de crise.
Antes de mais, é preciso preparar uma tabela exemplificativa de quanto é que a leitora e o seu companheiro gastam por mês nas despesas de alimentação, electricidade, água, renda da casa, gás, gasolina, carro e em tudo o que se prende com lazer (como por exemplo, a Internet e a televisão por cabo). A partir dessa lista, pode começar a tirar as primeiras conclusões e a tentar perceber onde poderá poupar para conseguir ter um maior “pé-de-meia” pronto para qualquer eventualidade, como por exemplo, as consultas constantes de pediatria a que terão de ir com o bebé.

Estou grávida! Serei capaz de suportar as despesas?
Posteriormente, aproveite algumas roupas do filho do seu irmão ou irmã, primo(a) ou amigos que já não necessitem das mesmas. A questão é simples: os bebés crescem tão depressa que algumas roupinhas ficam quase intactas e outras nem sequer chegam a ser usadas. Não custa nada aproveitar as simpáticas ofertas. Quanto ao enxoval básico do bebé, aproveite as épocas de saldos que oferecem verdadeiras pechinchas e adequam preços baixos à qualidade de produtos.
Por outro lado, não se deixe levar pelo consumo excessivo. Lembre-se que irá receber imensos presentes dos familiares e amigos mais próximos. Portanto, invista apenas no que é essencial para os primeiros cuidados com o bebé. Depois, terá tempo de apreciar o que lhe oferecem e poupará uns euros naquilo que optou para comprar mais tarde. Facilmente chegará à conclusão que fez bem em esperar…

Onde poupar?
- Pode começar por não ter tantas luzes acesas em casa. Menos uma lâmpada por dia representará uma descida na conta mensal de electricidade. Pode ainda optar por comprar lâmpadas económicas que, apesar de mais caras, têm uma maior duração.
- No que respeita à água, quando estiver a lavar as mãos, não deixe a torneira aberta constantemente nem a água do duche a correr incessantemente. Para além de ser amiga do ambiente, notará alguns decréscimos na conta final do mês.
- Se tem por hábito tomar o pequeno-almoço fora, pense no quanto poupará se começar a fazê-lo em casa. Em primeiro lugar, desfrutará da companhia do seu marido antes de irem trabalhar. Por outro lado, criará o hábito de fazer a primeira refeição do dia em casa com a poupança de alguns euros que isso acarreta. Mais tarde, irá fomentar o pequeno-almoço em família, tão importante para a alimentação saudável das crianças.
- Em cada mês de gestação, tente fazer uma compra importante. Preparar o quarto do bebé com antecedência ajudá-la-á a evitar as correrias de última hora. Se comprar cada equipamento fundamental ao crescimento do bebé, aos poucos, gastará provavelmente o mesmo mas repartido por vários meses, o que representa um menor “rombo” orçamental na sua vida familiar.

E depois do nascimento do bebé?
- Quando a licença de maternidade estiver a terminar, converse com os seus pais ou sogros e verifique a disponibilidade de cuidarem do bebé quando a leitora e o pai tiverem de ir trabalhar. Hoje em dia, alguns avós ainda trabalham e não têm essa possibilidade. No entanto, para os que podem, para além de despoletarem sentimentos de segurança e confiança nos cuidados com o bebé, irão permitir que o casal poupe cerca de 350 euros mensais (preço médio dos infantários no nosso país) que poderão ser investidos em outras coisas que o bebé necessita (por exemplo, o carrinho de passeio).

Quanto ao enxoval básico do bebé, aproveite as épocas de saldos que oferecem verdadeiras pechinchas e adequam preços baixos à qualidade de produtos.
Combine um valor com o seu marido e junte-o numa conta conjunta que ficará apenas disponível para os gastos com o bebé.
Invista apenas no que é essencial para os primeiros cuidados com o bebé.
Quando a licença de maternidade estiver a terminar, converse com os seus pais ou sogros e verifique a disponibilidade de cuidarem do bebé quando a leitora e o seu companheiro tiverem de ir trabalhar.
Os avós que podem ficar a tomar conta dos bebés permitem que os pais poupem cerca de 350 euros mensais (preço médio dos infantários do nosso país). 

A gravidez implica uma certa reorganização financeira e os pais têm de se preparar atempadamente para despesas que nunca fizeram parte do seu dia-a-dia. Há que seguir alguns conselhos e definir planos de poupança para que nada falte ao bebé, até porque alguns produtos são um pouco caros mas essenciais para os seus primeiros meses de vida. Se fizer uma “ginástica orçamental”, tudo lhe parecerá mais simples.
fonte: família.sapo.pt

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

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Adiar a gravidez...

A idade dos pais é importante na hora de decidir uma gravidez. Hoje, atingir algumas metas profissionais é decisivo na hora de fazer crescer a família.

A decisão de adiar a hora de ter um filho está pendente de conseguir a estabilidade económica do casal e um emprego estável. Como ambas as premissas podem, nos dias de hoje, levar algum tempo a conseguir, a maternidade vai sendo sucessivamente adiada.
Todavia, existem outros motivos. Alguns casais decidem desfrutar de alguns anos de liberdade antes de se converterem em pais. Ter um filho, habitualmente, significa renunciar a sair à noite ou a passar um fim-de-semana num lugar idílico. Supõe ainda, noites mal dormidas ou em branco, obrigatoriedade de faltar ao emprego por motivos imprevisíveis. A acrescentar a tudo isto existe ainda o medo de perder a silhueta, ficar cheia de estrias ou "eternamente" gorda.

Vantagens e desvantagens da idade
Ser mãe depois dos trinta anos implica uma maior experiência e maturidade e, habitualmente, menos dificuldades económicas. É também natural ter mais capacidade para cuidar de um bebé, suportar melhor e mais calmamente o choro ininterrupto de um bebé quando está com cólicas e embalá-lo durante horas seguidas para que se acalme.
Por outro lado, se depois dos trinta, continuar a atrasar uma primeira gravidez pode vir a ter os seus inconvenientes. As possibilidades de conseguir uma gravidez com sucesso diminuem com a passagem dos anos. Para além de tudo, se o casal tiver problemas de infertilidade, o tratamento poderá não ter o êxito esperado. A partir dos trinta e cinco anos a percentagem de êxito da fecundação medicamente assistida reduz-se progressivamente. Transtornos associados à gravidez, como a hipertensão, edemas, albumina e insuficiência placentária, entre outros, aumentam nas mães mais velhas. A percentagem de abortos espontâneos também é mais elevada nesta faixa etária. O controlo clínico é sempre mais efectivo quando a mulher ultrapassa os trinta e cinco anos e tem a sua primeira gravidez.

A evolução tecnológica
A percentagem de mulheres que desejam ser mães com mais de trinta anos é hoje muito elevada e a maioria consegue uma primeira gravidez sem problemas e os bebés nascem tão bem como os das mães mais novas. As vantagens das actuais técnicas de diagnóstico pré-natal detectam atempadamente qualquer transtorno fetal. As precauções dos clínicos, quando se trata de futuras mães com mais de trinta e cinco anos, permitem optar pela interrupção da gravidez sempre que o bebé possa vir a sofrer um risco elevado. Com um controlo efectivo durante toda a gravidez não existem motivos para desaconselhar a maternidade depois dos trinta anos.

A tempo para ser mãe
Uma mulher pode psicologicamente estar apta para ser mãe em qualquer idade a partir de ter atingido a idade adulta, todavia, seria bom que não o deixasse para idades a partir dos trinta anos. Como dissemos anteriormente, se o casal vier a sofrer de problemas de infertilidade, seria sempre mais difícil obter com sucesso uma gravidez.
As técnicas de reprodução medicamente assistida podem levar algum tempo a ter sucesso e esse é mais difícil de obter quando a mulher ou o homem têm de realizar alguns tratamentos prévios. Também, é natural, muitas vezes terem de esperar alguns meses para iniciar um tratamento, isto se o não fizerem numa clínica particular. Assim, recomendamos que não deixe passar o seu período fértil ao lado. É mais fácil deixar para o futuro a sua casa de sonho do que ter um bebé quando os índices de fertilidade já entraram em declínio.
Revisão científica: Dra. Madalena Barata, Obstetra (Directora do Centro de Medicina de Reprodução do British Hospital Lisbon XXI)
fonte: família.sapo.pt

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Ácido Fólico [como tomar]...

Como se deve tomar ácido fólico e que precauções devem ter as futuras mamãs?

Normalmente, a mulher toma um comprimido por dia, a qualquer hora do dia. Se demorar muito a engravidar, pode continuar a tomar o ácido fólico, sem ter necessidade de interromper porque não há perigo de sobredosagem.
As mulheres que tomam pílula têm, geralmente, carência de ácido fólico. Há casos de mulheres que, mesmo a tomar a pílula, de vez em quando, fazem suplemento de ácido fólico, ainda que não seja obrigatório.
A carência de ácido fólico pode estar relacionada com o facto de fazerem uma alimentação insuficiente. Pode recomendar-se a toma de ácido fólico a todas as mulheres que tenham uma alimentação deficiente; todas as pessoas vegetarianas; aos doentes crónicos e em todas as situações em que todo o estado geral de saúde seja deficitário.
O Médico de Medicina Geral e Familiar é geralmente o primeiro a prescrevê-lo.

 Antes de engravidar, previna-se!

- Todas as mulheres que desejem ter um filho devem redobrar os cuidados com os seus hábitos alimentares e consequentes cuidados com a gravidez.
- O ácido fólico é uma vitamina do complexo B extremamente importante, quer na preparação da gestação, quer durante a gravidez.
- Se as futuras mães não tomarem ácido fólico, existe a probabilidade de virem a sofrer de graves malformações cerebrais. Podem ainda desenvolver espinha bífida.
- Alguns estudos mostram que a ingestão de ácido fólico, nos três meses que antecedem a gravidez, é essencial para a prevenção de alterações do tubo neural.
- Não comece a tomar ácido fólico por iniciativa própria. Aconselhe-se com o seu médico assistente. Tal como todos os cuidados pré-gestacionais, a toma do ácido fólico é muito relevante para uma gravidez tranquila e para o crescimento saudável do feto.

O ácido fólico, antes da mulher engravidar, vai ter uma acção de prevenção nas malformações do tubo neural do bebé.
Se a mulher demorar muito a engravidar, pode continuar a tomar o ácido fólico, sem ter necessidade de interromper porque não há perigo de sobredosagem.
A toma de ácido fólico deve ser continuada durante toda a gravidez.
Não comece a tomar ácido fólico por iniciativa própria. Aconselhe-se com o seu médico assistente.
fonte: família.sapo.pt

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Valentines Day Outfits...


Leitura para as Mamãs...


Este livro desmistifica completamente os mitos românticos sobre a maternidade, oferecendo-nos em lugar disso um extraordinário documentário ao vivo de muitas maternidades reais vividas através das suas dificuldades, dos seus dramas, mas também de alegrias que fazem muitas mulheres sentirem-se recompensadas e realizadas. Baseando-se num largo número de entrevistas, numa pesquisa séria, de carácter médico e antropológico, para além da sua própria experiência pessoal, Kate Figes debate aprofundadamente todas as consequências do nascimento de uma criança. Os diferentes capítulos analisam os aspectos físicos, psicológicos, emocionais, sociais, sexuais, de relação com o companheiro, com outros membros da família e com os amigos, considerando também o caso das mães que vivem sós. É-nos dada uma visão da maternidade ao longo da história, contrapondo-a lucidamente àquilo que ela é nos nossos dias. A autora coloca a ênfase na necessidade de tempo para que tanto a mãe como o pai se possam adaptar a uma nova forma de viver e consegue transmitir mensagens encorajadoras e conselhos práticos de grande utilidade para as mães recentes.

Editora: Editorial Presença
Páginas: 282

Preço: 15,11€

Ácido Fólico [importante]...

Antes de engravidar, previna-se!

Qual a importância do ácido fólico antes da gestação?
O ácido fólico é importante no período da pré-concepção porque pode ajudar a prevenir alguns defeitos do tubo neural, como por exemplo a espinha bífida.
Está provado que as mulheres que tomam ácido fólico antes de engravidarem têm uma probabilidade menor de sofrer estas anomalias. Essa toma deve ser continuada durante toda a gravidez.
A partir das 20 semanas, recomenda-se que se tome também ferro com o objectivo de prevenir a anemia da gravidez.

A partir de quando e até que momento deve a mulher tomar ácido fólico?
A partir do momento em que decide que vai engravidar, deve começar a tomar ácido fólico. O ácido fólico, antes da mulher engravidar, vai ter acção de prevenção para ajudar a evitar as malformações do tubo neural do bebé.
A partir do momento em que decide que vai engravidar, deve começar a tomar ácido fólico. Esta sugestão faz parte da consulta de pré-concepção onde se pedem análises e exames para preparar a gravidez.
Todas as grávidas devem tomar o ácido fólico até ao final da gestação.

Qual o papel do ácido fólico para o bom desenvolvimento do feto e saúde da mãe?
O ácido fólico é muito importante em todo o desenvolvimento celular. As pessoas que têm défice de ácido fólico na sua dieta podem ter anemia.

Quais são as fontes alimentares de ácido fólico?
O ácido fólico está presente nos cereais, nas saladas verdes, nos feijões, nos sumos de laranja naturais… O que está preconizado, no que respeita à toma diária de ácido fólico, anda à volta de 0,4 miligramas diários.
Durante a gravidez, há um momento em que há grandes necessidades de vitaminas. Mesmo que os alimentos sejam ricos em ácido fólico, nunca têm as quantidades necessárias para as grávidas.
Nem todas as gestantes precisam de fazer suplementos de todas as outras vitaminas… No entanto, todas elas precisam de tomar o suplemento de ácido fólico.

Texto: Cláudia Pinto
Entrevista: Dra. Tereza Paula, ginecologista e obstetra da MAC
fonte: família.sapo.pt

A sua toma deve ser iniciada na preparação da gravidez. Beneficia a saúde da gestante e do futuro bebé.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Florzinhas...

Antes de lançar a sementinha...

O planeamento da gravidez é o primeiro passo para poder desfrutar de uma gravidez feliz e saudável
Assim como o agricultor quando chega a Primavera prepara a terra para lançar a sementeira, também o casal que decide ter chegado a altura ideal de conceber um filho, não se deve esquecer, que para que uma gravidez decorra sem problemas e para que o seu futuro bebé nasça saudável, é decisiva a saúde dos futuros pais no momento da concepção e como tal, terão de se preparar para que a sua sementinha não se perca e germine em terreno saudável e fecundo.

Controlar os riscos antes da concepção pode prevenir e garantir a segurança do bebé durante o período mais perigoso da gravidez.
O período de maior risco para o feto situa-se nas primeiras semanas da gravidez (entre os dezassete e os 56 dias após a fecundação) e é importante que os futuros papás não descurem, assim, a sua saúde pois, quando a mulher se apercebe da sua gravidez podem já ter passado as semanas de maior risco para o seu bebé.
 
Antes de engravidar, conheça os riscos
Planear uma gravidez é o que de mais importante pode existir na vida de um casal e depende unicamente deles o seu planeamento perfeito.
Existem, hoje em Portugal, consultas gratuitas de Planeamento Familiar nos Centros de Saúde, Maternidades e em alguns Hospitais. Estas consultas destinam-se a apoiar e informar os futuros pais para que possam planear a sua gravidez no momento certo e de forma segura.
Numa consulta de planeamento familiar, não só avaliarão o seu estado de saúde e o do futuro pai, bem como lhe farão o rastreio do cancro ginecológico e das doenças sexualmente transmissíveis, além de poderem averiguar e identificar sobre as enfermidades hereditárias. Na consulta de planeamento familiar ser-lhes-ão ainda prescritos testes com o fim de prevenção a qualquer malformação fetal.
 
São vários os factores que podem ter implicação negativa na gravidez e não podemos deixar de relembrar alguns deles:

1 - Idade: A gravidez precoce ou a gravidez tardia pode trazer riscos para a mãe e para o bebé.
A partir dos 35 anos a mulher deverá sujeitar-se a testes de diagnóstico pré-natal, que o seu médico aconselhará antes da gravidez.

2 - Doenças:
a) Caso na família exista história clínica de:
- malformações congénitas do coração
- síndroma de Down
- espinha bífida
- atraso mental
- hemoglobinopatias
- doenças musculares hereditárias
b) Caso a futura mãe sofra de:
- artrite reumatóide
- hipertensão
- diabetes
- epilepsia
- problemas cardíacos
- problemas renais
- problemas na tiróide
c) No caso de doenças sexualmente transmissíveis, o casal deve tratá-las antes da concepção.
A consulta de planeamento familiar, ao contrário do que muitas mulheres pensam, não é uma consulta destinada àqueles que não estão interessados numa gravidez. É, sim, uma consulta destinada a todos os casais que desejam ter uma gravidez no tempo certo e não uma gravidez indesejada. É também o primeiro apoio para todos os casais que desconfiam de infertilidade.
fonte: familia.sapo.pt

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Sono profundo...

Believe...

Prepare o coração para ser mãe...


Planear a maternidade implica consequências, quer para a mulher, quer para o casal, quer para o novo ser...

Planear a gravidez de corpo e alma
Planear uma gravidez exige um planeamento a longo prazo e este exige reflexão, que, por seu turno, exige tempo e disponibilidade. Quando falo de falta de preparação emocional não me refiro a imaturidade ou irresponsabilidade emocionais, mas sim a uma disponibilidade intrínseca para a maternidade. Quando vivemos sós, desenvolvemos toda uma forma de ser que se baseia numa vivência independente e até certo ponto egoísta – o tempo é nosso e fazemos o que queremos com ele. Ser mãe exige dedicação, não só emocional mas temporal. A nossa independência é gorada no sentido em que um outro ser dependerá de nós e o nosso egoísmo natural é afectado pelas exigências afectivas e temporais desse novo ser. O tempo não será tão nosso como gostaríamos, e o nosso querer será moldado pelo querer de outrém. Tudo isto, não importa quando falamos de um filho. Mas há hábitos difíceis de mudar e é preciso ter consciência de como essa realidade pode afectar a nossa vivência e principalmente se estamos, no momento em que planeamos a gravidez, dispostas a isso. A impaciência e o egoísmo inerentes ao ser humano podem ser cruciais na decisão de ter um filho. Desde logo e para o bem-estar e desenvolvimento gestacional dele, a mãe deve fazer certos sacrifícios, abdicar de certos vícios (como fumar, deixar de beber bebidas alcoólicas, evitar o stress diário, etc.) e disponibilizar o seu tempo para aproveitar ao máximo a sua gravidez de forma a poder, já durante esta fase, transmitir segurança, conforto e amor ao novo ser.

Ser mãe exige dedicação.

fonte: família.sapo.pt

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dream...

Planeando o sonho...

É um sonho para mim ser Mãe...

Porque aos 9 anos de idade foi me diagnosticado um aneurisma cerebral* e devido a isto fiquei com epilepsia (crises parciais complexas)**, por isso para mim não é muito fácil dizer:
"-Amor vamos ter um filho!" e toca a fazer...

Vou ter uma gravidez de risco por causa do aneurisma e como não posso fazer esforços nem correr o risco de ter parto normal será feita uma cesariana electiva. Contudo levei anos e anos a tomar anti epiléticos em Novembro passado deixei de tomar de uma forma brusca coisa que nunca se deve fazer! Deixei de tomar para garantir que o meu sangue fica limpo para poder ter um filho saudável! Tomava Topamax 3x/dia este tipo de medicamento cria malformações ao feto e eu como já sou nervosa não quero passar a gravidez com pensamentos ruins!

Esta semana tive consulta com uma Neurologista muito mas muito simpática que fartou-se de me bater na cabeça porque deixei a medicação de uma forma brusca mas também deu-me os Parabéns por estar viva! O facto de deixar o medicamento de uma brusca faz com que as crises sejam mais fortes e frequentes. Ela disse-me assim o que fizeste foi tipo: "Andaste a alta velocidade num carro bateste contra a parede e não te magoaste..." "Saltaste sem para-quedas e não te magoaste...! Foi uma consulta muito positiva, ela deu-me vários conselhos sobre como me portar durante a gravidez no caso de eu ter alguma crise entre outras coisas! Engraçado desta consulta é que esta médica foi aluna da minha neurologista de Lisboa onde sempre fui tratada.

Retomando a consulta Pré Natal já fiz as análises necessárias para saber se está tudo bem para engravidar e já comecei a tomar o Ácido Fólico à 4 dias, vou tomar o Folicil entre 1 a 3 meses antes da concepção e depois logo se verá...

Estou super entusiasmada e com pensamento muito positivo!

* Um aneurisma cerebral é uma doença na qual um vaso sanguíneo encontra-se anormalmente dilatado no cérebro. A dilatação é causada por uma fraqueza da parede de uma artéria ou veia do cérebro.
O aneurisma cerebral é considerado perigoso pois, ao romper-se dentro da calota craniana, estrutura inelástica por natureza, produz um aumento da pressão intracraniana, o que faz com que as estruturas do cérebro responsáveis pela respiração sejam comprimidas, ocasionando a morte por parada respiratória.
O aneurisma cerebral pode ser congênito ou adquirido.
** Crises Parciais Complexas são convulsões caracterizadas por descargas epileptiformes focais, originando-se de uma porção de um hemisfério cerebral, com rebaixamento da consciência.

Folicil...


À 4 dias que comecei com o Folicil


Mãe...

Palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria.

Sonho a dois...

Desde dos tempos das bonecas que sonho um dia ser mãe, faz parte do nosso instinto feminino. Entretanto cresci e conheci o amor da minha vida e dono do meu coração o meu amado marido, quando namorávamos dizia que não queria casar, mas quando finalmente fui surpreendida pelo pedido disse logo que SIM... Estamos juntos à 5 anos, casados pelo civil à 3 e pela igreja vai a caminho dos 2 anos. Pelo meu marido já tínhamos tido um filho à muito mas para ser sincera à pouco tempo é que senti o bichinho a rondar-me apesar de eu adorar crianças e desde sempre quis ser Educadora de Infância mas segui pelo Design Gráfico, entretanto não quis logo ter um filho porque queria algum tempo só para nós os dois. Em Setembro passado tive uma consulta de rotina de ginecologia aproveitei e fiz uma pré natal. Decide-me que era altura de começar a planear a gravidez. Vai ser um bebé muito desejado pois por motivos de saúde pela minha parte só planeamos ter este.

Sonho ser Mãe...

Sonho ser Mãe é um blog "diário" de uma mulher apaixonada que sonha ser Mãe! O bichinho da maternidade finalmente tocou em mim... Pretendo partilhar neste blog todos os momentos sentidos por uma pré mamã!